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Prefeitura começa a retirar vagões da Orla Ferroviária na semana que vem

Entraves jurídicos com antigos inquilinos foram superados, diz secretário municipal de segurança Valério Azambuja

16 março 2019 - 17h10

A Prefeitura de Campo Grande deve começar a retirar os vagões da Orla Ferroviária, projetados para serem quiosques para a comercialização de alimentos, a partir de segunda-feira (18). A informação foi confirmada pelo secretário municipal de Segurança e Defesa Social, Valério Azambuja, nesta sexta (15) ao Campo Grande News. Segundo ele, as estruturas que ainda não se deterioraram por completo serão reformadas e aproveitadas em outros pontos de interesse do município.

A notícia foi recebida com alívio por moradores do entorno da Orla Ferroviária, preocupados com a segurança do local. Eles afirmam que o número de usuários de drogas na região aumentou nos últimos anos, valendo-se das estruturas abandonadas como abrigo.

O projeto original destinava os quiosques da Orla para pessoas interessadas em explorá-los comercialmente. Os comerciantes assinaram contratos de concessão de uso submetidos às condições estabelecidas no contrato. No entanto, ao longo do tempo, esses ocupantes abandonaram os vagões, que ficaram sem uso e manutenção.

Por causa do abandono, a PGM (Procuradoria Geral do Município) acionou o Judiciário pedindo a rescisão unilateral dos contratos, o que foi atendido. “Com essa decisão, o município poderá remover os vagões do local sem problema nenhum”, afirmou o secretário, fazendo coro aos vizinhos do local. “Atualmente esses vagões só servem para traficantes e usuários de entorpecentes utilizarem como ponto de apoio, além de causar transtornos aos moradores do local”.

A Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) deve mobilizar os meios para iniciar a retirada dos vagões a partir da próxima semana, segundo Valério Azambuja. A remoção de vagões chegou a ser iniciada em 2018. No cruzamento das Avenidas Calógeras com Mato Grosso, por exemplo, o quiosque deu lugar ao monumento Maria Fumaça. Com informações, Campo Grande News.

 

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