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Abaixo-assinado indica Lula para Nobel da Paz e já tem 460 mil apoiadores

Combate à fome e a pobreza no mundo são pressupostos que balizam documento

22 janeiro 2019 - 13h00

O abaixo-assinado criado por um argentino tem por objetivo indicar o Luis Inácio Lula da Silva ao Prêmio Nobel da Paz de 2019. O documento já possui 460 mil apoiadores e será futuramente apresentado ao comitê organizador da honraria, que nessa modalidade pode laurear até três pessoas. A fila é puxada por Adolfo Perez Esquivel, simpatizante do ícone da esquerda brasileira, e eleitor de Cristina Kirchner, favorita nas eleições presidenciais da Argentina, que acontecem neste ano.

A Fundação Nobel não tem como restrição o fato de um homenageado estar preso, para vencer uma edição, podendo também levar em consideração o efeito atual, que sejam consequência de ações antigas do ex-presidente brasileiro. Lula foi detido em abril do ano passado, sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, com pena de 12 anos e 1 mês de prisão.

“O Nobel para Lula ajudará a fortalecer a esperança de poder continuar construindo um novo amanhecer para dignificar a árvore da vida”, destaca o ativista que iniciou o abaixo-assinado.

Embora o documento tenha ganhado forte adesão, não é pela quantidade de apoios que o indicado ao Nobel atinge a notoriedade dos avaliadores do prêmio. Isso porque, a organização do evento só considera as assinaturas de um grupo seleto de pessoas: chefes de Estado, membros de Assembleias Nacionais ou membros do Tribunal Internacional da Justiça em Haia, por exemplo.

Ampara Lula, conforme o texto prévio do documento, a redução drástica da taxa de desemprego, durante os seus oito anos de governo, na esfera de 50% a menos. Também é lembrado o sucesso do ex-presidente na condução de projetos sociais, no combate a desigualdade, geração de renda, além de avanços significativos na educação e saúde pública.

Sobre a novidade, o ex-presidente foi avisado em sua cela, na Unidade da Polícia Federal de Curitiba-PR pela Relações Internacionais do PT, Mônica Valente, nesta segunda-feira (21). “Dei o relato para ele, que ficou muito contente. Trata-se de um ser humano excepcional, que passa uma grande força e lucidez sobre tudo que está acontecendo no Brasil”, citou a funcionária do partido do ex-presidente.

No dia anterior, Lula tuitou que “O Brasil ainda vai voltar a ser feliz”, justamente em um domingo que o filho de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, foi à televisão, se defender de acusações de corrupção.

 

 

Informações O Estado 

violência contra a mulher

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