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Americana vivia em bairro nobre de MS em meio a 'caminhão de sujeira' e mau cheiro: 'Condição sub-humana'

Cerca de 50 pessoas, entre agentes de saúde e policiais, entraram na casa nesta terça-feira (8) com mandado judicial. A idosa de 67 anos foi presa por poluição ambiental.

08 outubro 2019 - 12h30Por G1 MS

Uma americana de 67 anos foi presa na manhã desta terça-feira (8), em Campo Grande, suspeita de poluição ambiental, e ainda foi autuada pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) por manter condições sanitárias que "causam transtorno para a coletividade".

"As condições de mal-estar dos animais e as condições de higiene inadequadas causam transtorno para a coletividade. Então ela realmente vive em condição sub-humana. A condição higiênica-sanitária do imóvel é precarissíma, em péssimo estado, que exala mau cheiro", descreve Silvia Barbosa do Carmo, coordenadora de Vigilância Sanitária de Sesau.

A idosa mora de aluguel sozinha na residência, localizada em um bairro de classe média alta da capital sul-mato-grossense. Vizinhos denunciaram a situação do local e há algum tempo agentes de saúde tentam vistoriar o imóvel, porém, a moradora não autoriza a entrada.

A Delegacia Especializada de Proteção Ambiental e Atendimento ao Turista (Decat) foi acionada e conseguiu mandado judicial para entrar na casa. Cerca de 50 pessoas, entre funcionários da prefeitura e policiais participaram da ação que flagrou "um ambiente infestado de focos do mosquito Aedes aegypti, com muita sujeira muito grande e propício para a propagação de moscas, carrapatos", relatou o delegado de Polícia Civil, Maércio Barbosa.

versos recipientes abertos com água parada, alimentos para cachorros em pratos pelo chão, armários, pias e geladeira enferrujadas, com alimentos em meio a peças de roupas e sacolas plásticas; fogão e panelas sujos e também enferrujados, lixeira em meio a comida com vasilhas sujas, troncos de plantas, caixotes, entre outros resíduos que lotaram um caminhão caçamba ao serem retirados do local. O mau cheiro era forte e foi preciso utilizar máscaras.

"Tudo isso é vetor para a produção de doenças que causam problemas a toda a comunidade", resumiu o delegado. "Fizemos a limpeza para que o problema seja solucionado, mesmo que temporariamente".

A coordenadora de Vigilância Sanitária explica que a idosa "não é acumuladora". "Ela tem transtorno. No passado acumulava cães, mas não é a realidade hoje. Porém, falta de higiene, focos de dengue é notório". "Ela está sendo acompanhada por assistente social, no Caps", afirma Silvia.

A idosa mora de aluguel sozinha na residência, localizada em um bairro de classe média alta da capital sul-mato-grossense. Vizinhos denunciaram a situação do local e há algum tempo agentes de saúde tentam vistoriar o imóvel, porém, a moradora não autoriza a entrada.

A Delegacia Especializada de Proteção Ambiental e Atendimento ao Turista (Decat) foi acionada e conseguiu mandado judicial para entrar na casa. Cerca de 50 pessoas, entre funcionários da prefeitura e policiais participaram da ação que flagrou "um ambiente infestado de focos do mosquito Aedes aegypti, com muita sujeira muito grande e propício para a propagação de moscas, carrapatos", relatou o delegado de Polícia Civil, Maércio Barbosa.

 
Geladeira da idosa enferrujada e suja; recipientes cheios de água — Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena

Geladeira da idosa enferrujada e suja; recipientes cheios de água — Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena

Pela casa havia diversos recipientes abertos com água parada, alimentos para cachorros em pratos pelo chão, armários, pias e geladeira enferrujadas, com alimentos em meio a peças de roupas e sacolas plásticas; fogão e panelas sujos e também enferrujados, lixeira em meio a comida com vasilhas sujas, troncos de plantas, caixotes, entre outros resíduos que lotaram um caminhão caçamba ao serem retirados do local. O mau cheiro era forte e foi preciso utilizar máscaras.

"Tudo isso é vetor para a produção de doenças que causam problemas a toda a comunidade", resumiu o delegado. "Fizemos a limpeza para que o problema seja solucionado, mesmo que temporariamente".

 

A coordenadora de Vigilância Sanitária explica que a idosa "não é acumuladora". "Ela tem transtorno. No passado acumulava cães, mas não é a realidade hoje. Porém, falta de higiene, focos de dengue é notório". "Ela está sendo acompanhada por assistente social, no Caps", afirma Silvia. Com informações, G1.

 
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