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Educação

Conjuntura não é desculpa para aliviar modernização das escolas

12 maio 2018 - 13h29Por Redação Notícias VIP
Tiago Brandão Rodrigues falava no 'Edu Day' na Universidade de Aveiro, um encontro promovido pela Microsoft para "preparar professores e alunos para a era digital" e mostrar alguns exemplos de "boas práticas" na implementação de tecnologia na sala de aula.

O ministro, que participou na sessão dedicada ao "Futuro da Aprendizagem Digital", juntamente com Paula Panarra, diretora geral da Microsoft Portugal, considerou que "o défice de competências digitais básicas na população limita o potencial de inovação, o potencial de competitividade da economia nacional e vai reproduzir desigualdades de rendimento no mercado de trabalho".

Para Tiago Brandão Rodrigues, Portugal tem de fazer uma "revolução digital" que não pode ser feita sem as comunidades educativas.

"Neste momento temos 52% de adultos, entre 25 e 64 anos, que não completaram o ensino superior. Eram 55% em 2015 o que significa que estamos a dar passos importantes, mas cerca de 45% da nossa força de trabalho não tem nenhuma competência digital. Significa que quase metade dos portugueses não sabe absolutamente nada relacionado com o mundo digital, controlo de máquinas digitais, ou mesmo competências básicas", descreveu.

Segundo o ministro, o país tem "metas ambiciosas", definidas na Iniciativa Nacional Competências Digitais e.2030 (INCoDe.2030), como chegar a 2030 com 80% da população com competências digitais básicas e possuir cerca de 8% de especialistas em tecnologias da informação e comunicação face aos 3% atuais.

Nessa área, o país ganhou recentemente uma "posição de destaque" ao ser escolhido pela Comissão Europeia para antecipar as necessidades do pós-2020, através do projeto-piloto de aprendizagens para os jovens, qualificação de adultos e formação profissional, salientou.

Paula Panarra, diretora-geral da Microsoft Portugal, referiu-se a estudos que indicam que 70% das atuais profissões serão obsoletas na próxima década e 65% das crianças que frequentam o ensino primário terão profissões que hoje não existem.

"A inteligência artificial, a robótica, a impressão 3D e a internet das coisas são quatro tecnologias que estão a mudar o futuro", segundo a representante da Microsoft.

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