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OPERAÇÃO

Família de traficantes do Estado movimentava R$ 200 milhões ao ano

O grupo abastecia comunidades no Rio de Janeiro e Espírito Santo

17 janeiro 2019 - 09h50

Investigações da Polícia Civil apontam que o narcotraficante sul-mato-grossense Edson Ximenes Pedro, conhecido como Pelincha, e a família dele movimentavam cerca de R$ 200 milhões ao ano com as atividades criminosas. Ele é líder de grupo criminoso e  dono de uma propriedade rural em Paranhos que era usada como entreposto para o recebimento de maconha e cocaína para o abastecimento de comunidades do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Operação policial, batizada de Bad Family, foi deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (17), em Mato Grosso do Sul e outros dois estados para desarticular a quadrilha. O objetivo é o cumprimento de 19 mandados de prisão e outros 18 de busca e apreensão.

As investigações apontaram que, a ligação de Pelincha e da família dele com o agronegócio servia para lavar o dinheiro da venda de armas e drogas. Os suspeitos, ele, a esposa, irmãos e cunhado tiveram as contas e bens bloqueados pela Justiça. O valor ainda não foi informado.

Conforme a polícia, Pelincha fornecia mensalmente às comunidades fluminenses cerca de duas toneladas de maconha e meia tonelada de cocaína.

Edson Ximenes já foi preso em 2013 pela Polícia Federal e cumpriu pena por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ele utilizava identidade falsa, em nome de Fabio Pereira de Souza, e está foragido do sistema prisional desde que progrediu ao regime semiaberto.

OPERAÇÃO BAD FAMILY

Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro em três estados tenta prender, nesta quinta-feira (17), 19 pessoas suspeitas de fornecer armas e drogas para traficantes. Muitos dos procurados são da mesma família. Até as 8h30, 11 pessoas foram presas. Há, ainda, 18 mandados de busca e apreensão em andamento.

A polícia afirma que o chefe da quadrilha, o sul-mato-grossense Edson Ximenes Pedro, conhecido como Pelincha, é rival do traficante Marcelo Piloto, que atuava do Paraguai e foi expulso para o Brasil em novembro de 2018.

De acordo com o delegado Fabio Asty, titular da 25ª DP (Engenho Novo), as investigações da Operação Bad Family tiveram início há cerca de um ano e apontaram que a organização criminosa abastece em larga escala as principais comunidades do estado:

Complexo do Alemão;

Complexo do Lins;

Jacaré;

Maré;

Cabo Frio, na Região dos Lagos;

Nova Friburgo, na Região Serrana.

A quadrilha também fornece para o tráfico de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. A polícia afirma que a família movimentava valores que ultrapassavam R$ 200 milhões ao ano. São 19 mandados de prisão: quatro no Mato Grosso do Sul, dois no Espírito Santo e 13 no Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

 

 

fonte:correioestado

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