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VENEZUELA

MADURO PRENDE OPOSITOR QUE SE DECLAROU PRESIDENTE COM APOIO DOS EUA E DO BRASIL

13 janeiro 2019 - 12h04

Foi preso, nesta tarde, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, que se declarou presidente da Venezuela, dias depois da posse de Nicolás Maduro para seu segundo mandato. A notícia foi data pelo twitter de Guaidó, que está desaparecido.

O opositor de Maduro foi reconhecido como presidente do país pelos Estados Unidos e pelo Brasil – o novo quadro deve acelerar os preparativos para uma guerra contra a Venezuela, com a possível participação do Brasil.

Confira abaixo o tweet de Guaidó e a reportagem da Sputinik:

 


Alertamos al mundo y al país que hoy un comando del SEBIN interceptó al Presidente de la Asamblea Nacional de Venezuela @jguaido y desconocemos su paradero.

Sputinik – Na véspera, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse por comunicado que os EUA continuariam a usar todo o peso do poder econômico e diplomático dos EUA para pressionar pela "restauração da democracia na Venezuela".

O líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, teria sido detido pelos agentes de inteligência do país, dois dias depois de ter sido declarado presidente interino da Venezuela pela Assembleia Nacional deposta.

"Alerte o mundo e o país que hoje # 13ENE, um comando do SEBIN [Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional], interceptou o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela @jguaido e não sabemos o paradeiro dele", diz uma mensagem na conta oficial do Guaidó no Twitter.

Um vídeo postado na internet pelo jornalista Román Camacho mostra o suposto momento da prisão. A veracidade das imagens ainda não pôde ser confirmada.

O jornal El Nacional reportou que o congressista já teria sido liberado pelos oficiais de inteligência. A soltura, porém, ainda não foi confirmada nem pela equipe nem pela família de Guaidó.

No início desta semana, o presidente venezuelano Nicolas Maduro foi empossado para um segundo mandato presidencial para o período de 2019 até 2025. Maduro enfrentou críticas de vários Estados após sua reeleição em maio. Países integrantes do chamado Grupo de Lima alegam que a votação era ilegítima, algo veementemente negado por Caracas. Em resposta, chanceleres integrantes do grupo anunciaram que não vão reconhecer a legitimidade de Maduro no poder.

 

 

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