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BRASIL E MUNDO

Militares do Brasil reprovam tom bélico de Guaidó

25 fevereiro 2019 - 11h50

A ação humanitária de sábado produziu mortos e feridos sem atravessar nenhum saco de comida ou frasco de remédio para dentro da Venezuela. Depois desse fiasco, avaliam os militares brasileiros, o pior que poderia acontecer seria uma escalada belicista como a que começa a se esboçar na retórica de Juan Guaidó, o autoproclamado presidente interino da Venezuela.

Na noite deste domingo (24), o blog ouviu um dos ministros fardados do governo Bolsonaro sobre a hipótese de intervenção militar externa na Venezuela, admitida por Guaidó. O ministro informou que essa carta não consta do baralho do Brasil. Se for mencionada na reunião do Grupo de Lima, marcada para esta segunda-feira, deve ser refugada pelo vice-presidente Hamilton Mourão.

Avalia-se que um eventual confronto armado transformaria o Brasil numa espécie de figurante no meio de protagonistas de peso. Ao lado de Juan Guaidó, os Estados Unidos. Na trincheira de Maduro, China e Rússia.

O ministro que conversou com o blog recordou que, ao autorizar a participação do Brasil na missão humanitária deflagrada no sábado, Bolsonaro fixara "uma regra de ouro", segundo a qual "nenhum militar ou policial brasileiro poderia cruzar a fronteira com a Venezuela." Caberia aos venezuelanos levar mantimentos e medicamentos para o seu território, lidando com o bloqueio das forças leais a Maduro.

Representante de Bolsonaro no encontro do Grupo de Lima, a realizar-se na Colômbia, Hamilton Mourão levou uma segunda baliza fixada pelo presidente. Se for necessário, o Brasil deixará claro que, em caso de confronto, não permitirá que seu território seja usado como porta de acesso à Venezuela. O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, participará da reunião como observador.

No seu esforço para prevalecer sobre Maduro, Guaidó agora fala em "sugerir à comunidade internacional de maneira formal que devemos ter abertas todas as opções". Intervenção militar externa?, perguntou-se a ele. E Guaidó: "Eu quis dizer exatamente isso, que devemos considerar todas as opções".

 

fonte:uolnoticias

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