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Policial branco que matou cidadão negro já está preso e demitido da polícia

29 maio 2020 - 16h30Por Plantão de Polícia

Derek Chauvin, o policial de Minneapolis que aparece em um vídeo ajoelhado sobre o pescoço de George Floyd, foi preso nesta sexta-feira (29) pelas autoridades do estado de Minnesota, nos EUA. A informação foi confirmada pelo comissário do Departamento de Segurança Pública do estado, John Harrington.

O assassinato do segurança de 46 anos provocou uma onda de protestos em Minneapolis e em outras cidades dos EUA. As manifestações tornaram-se espaço para a indignação contra a violência policial e o racismo e acabaram resultando em ataques a estabelecimentos comerciais e até no incêndio de alguns prédios, inclusive uma delegacia de polícia.

 

Floyd foi morto por Chauvin durante uma abordagem na noite do dia 25 de maio. Os policiais foram chamados porque o homem teria supostamente usado uma nota falsa de 20 dólares em uma loja. Depois de detido, Floyd foi jogado ao chão e Chauvin ajoelhou-se sobre ele. O homem gritava que não conseguia respirar, desmaiou e foi declarado morto na ambulância a caminho do hospital.

 
 

Chauvin e outros três policiais envolvidos na morte de Floyd já tinham sido expulsos do Departamento de Polícia de Minneapolis.

 

Os incêndios provocados pelos manifestantes que exigem justiça por Floyd continuavam queimando em Minneapolis desde a noite da quinta-feira.

Governador pediu ordem e prometeu enfrentar desigualdades raciais

Em pronunciamento, o governador de Minnesota, Tim Walz, pediu o fim dos protestos violentos que abalaram Minneapolis e também a capital do Estado, Saint Paul.  Ele prometeu enfrentar as desigualdades raciais por trás da agitação, mas disse que primeiro a Guarda Nacional do Estado trabalharia para restaurar a ordem após três noites de incêndios, saques e vandalismo.

"Temos que restaurar a ordem em nossa sociedade antes que possamos começar a abordar a questão", disse Walz em entrevista a jornalistas, referindo-se a décadas de divisão racial nos Estados Unidos. "Não podemos ter os saques e a imprudência que ocorreram".

Walz também pediu desculpas pela prisão de um repórter negro da CNN e sua equipe, que foram algemados durante uma transmissão ao vivo na televisão nesta sexta-feira perto de uma delegacia de polícia que foi queimada durante a noite.

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