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A Prefeitura de Campo Grande está inoperante e contando com o final das chuvas

17 abril 2019 - 16h30

A Prefeitura está inoperante, mas as chuvas não. Como nada foi feito desde as enchentes ocorridas, a última em 26 de fevereiro deste ano, portanto há 48 dias, bastou 30 minutos de chuva forte para que a região do Itanhangá voltasse a sofrer com as águas que tomaram conta das ruas Chaadi Scaff e Joaquim Murtinho.

O trânsito voltou a ficar congestionado e os moradores e comerciantes da região apreensivos. Após a passagem das águas, apenas sujeira e destruição restaram nas calçadas e nas vias.

No entanto 48 dias para o início de qualquer providência seja um prazo muito curto para a ação da Prefeitura que, aparentemente, contou com a redução do volume das chuvas no intuito de ‘empurrar com a barriga’ as providências necessárias.

Contou com um ano de trégua e, caso voltassem a ocorrer os alagamentos, já no início do ano de 2020, teria a desculpa – comum, constante e desacreditada – de que não se esperava o volume de água além do previsto e das médias históricas.

 

Inoperância tem sido marca registrada

Não apenas no caso das enchentes, em outros setores se nota a mesma inoperância, ou pela escolha de pessoas não tão habilitadas para os cargos públicos que exercem, mas pela falta de comando do gestor.

A Educação que tanto foi alvo de críticas em outras gestões não conseguiu providenciar em tempo a compra dos uniformes e não tem logística de entrega, mas parece que para 2020 todos os alunos poderão contar com o kit de 2019.

A Saúde está entregue a uma epidemia de Dengue pela falta de prevenção, uma vez que os trabalhos foram mornos e lentos nas ações e, pior, as unidades de saúde não têm estrutura para atender a demanda (aliás, não tinha condições de, sequer, atender a demanda normal sem epidemia).

Acidentes e prejuízos são causados pelo excesso de crateras nas ruas centrais, vias de alto fluxo de veículos, e ostensivas nas periferias. Remendos estão sendo feitos, e levados pelas águas, ou pelo próprio fluxo de veículos.

O transporte público atropelou as promessas – ou como dizia o próprio prefeito em sua campanha - “compromissos”.

Mas a arrecadação vai bem, então nem tudo nessa gestão é incompetente ou inoperante.

 

Jornalista Dirceu Martins

RACISMO NÃO!

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