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Açougue de supermercado é interditado por vender carne apodrecida

Produto era armazenado e usado para fazer linguiças e vendê-las

25 janeiro 2019 - 20h00

Açougue de supermercado, no Jardim Itamaracá, em Campo Grande, foi totalmente interditado pela Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra as Relações de Consumo (Decon/MS), na manhã desta sexta-feira (25).

De acordo com funcionários, o local armazenava carne deteriorada para a produção de linguiças e posteriormente sua venda. As irregularidades foram denunciadas por consumidores e a fiscalização encontrou uma grande quantidade de carnes e embutidos sem condições de consumo, que eram armazenados junto com carnes novas que seriam expostas nos balcões.

Além disso, conforme o Procon, os responsáveis pelo supermercado, sabendo da ausência de qualidade da carne, armazenavam o produto em uma solução de água com vinagre para evitar que o produto exalasse cheiro forte. Devido aos problemas, houve necessidade de interdição do açougue.

Integrantes da Decon recolheram cerca de 20 quilos, entre carnes e linguiças, para avaliação dos peritos. O proprietário e um funcionário foram intimados a comparecer na Decon, onde  prestaram esclarecimentos a respeito das irregularidades e onde foi registrado boletim de ocorrência, responsabilizando-os.

 

OUTRAS IRREGULARIDADES

Também no supermercado, foram encontrados produtos impróprios para consumo no setor de frios e congelados. Aproximadamente 135 quilos de pescados inteiros, sendo 28 de pacu e 107 de pintado, que estavam armazenados de forma irregular, juntamente com polpas de frutas e legumes congelados.

Iogurtes, flocos de milho, bolos, mini panetones, mousses, canjica branca, farinha de rosca e coxinha de frango sem informações de procedência, nutricionais ou validade e impróprios para o consumo devido a armazenagem de forma indevida foram descartados.

Além disso, o responsável pelo supermercado apresentou o alvará de funcionamento, licença da Vigilância Sanitária e certificado de vistoria do Corpo de Bombeiros vencidos.

 

 

 

fonte:correioestado

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