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Reviva Centro

Através da gestão de Alcides Bernal prefeito Marquinhos Trad conseguiu recursos para revitalização do centro da capital

15 maio 2018 - 16h52Por Redação Notícias VIP
Na manhã desta terça-feira (15) o contrato das obras de revitalização da área central de Campo Grande foi firmado entre a prefeitura e Engepar Engenharia. Serão agora 22 meses para intervenções na Rua 14 de Julho, entre as avenidas Fernando Côrrea da Costa e Mato Grosso, totalizando investimento de R$ 49,2 milhões. 
O trâmite do destravamento do projeto foi financiado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) com duração de nove meses.

"Campo Grande sabe o tamanho do presente que está ganhando. Liguei para o ex-prefeito Alcides Bernal [PP], porque essa obra tem as impressões digitais dele", disse Marquinhos em ato no cruzamento da 14 de Julho com Fernando Côrrea da Costa. Esteve de fora da lista somente a curta passagem do ex-prefeito Gilmar Olarte (Pros).

Foi a Engepar Engenharia quem arrematou os três lotes da obra, popularmente conhecida como Reviva Centro. A primeira fase custará R$ 49.238.507,65 e antecedem as máquinas um levantamento sobre estruturas de água, esgoto e drenagem no subsolo da 14 de Julho.

Um arqueólogo acompanhará as intervenções para evitar possíveis surpresas na proximidade da Praça Ary Coelho. Isso porque o local já foi um cemitério. Com a perda de vagas de estacionamento, pelo alargamento das calçadas, que haverá incentivo para estruturas verticais.

Fases - Intervenções contemplam entre 12 a 14 quadras, com extensão de 1,4 km, sendo utilizados tapumes para não prejudicar o acesso de clientes as lojas. A previsão é de que estas durem, em média, três meses em cada duas quadras.

Compõe a primeira etapa do projeto mudanças na fiação elétrica, drenagem, pavimentação, calçada, paisagismo e mobiliário. A proposta inclui ainda alteração nas redes de distribuição de água, gás e coleta de esgoto, assim como acessibilidade, sinalização viária, iluminação e paisagismo. Histórico relógio da 14 de Julho com Avenida Afonso Pena também deve voltar.

Há compromisso, conforme o sócio da Engepar Carlos Clementino, de que os lojistas sejam minimamente afetados pela obra, que deve gerar ao menos 200 empregos diretos.

Com informações do Campo Grande News

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