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Campanha quer melhorar vida de famílias venezuelanas prestes a chegar em MS

Cinco famílias devem chegar a Campo Grande nos próximos meses e eles precisam de casas e meios para se sustentarem

21 janeiro 2019 - 17h50

Fugindo da nova realidade no país de origem, famílias venezuelanas estão chegando a diversas partes do Brasil e Campo Grande deve receber até 5 delas nos próximos meses. Para que os refugiados possam se estabelecer dignamente, voluntários estão preparando a chegada.

Aluguel de casas e doação de móveis, roupas e outros itens, tudo é bem vindo para ajudar quem vai começar do zero por aqui. Em Jardim, a primeira família já chegou, trazida por campanha da da A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.  "Já temos uma casa alugada e alguns móveis e itens para mobiliar e equipar a casa. A ideia é deixar tudo pronto para eles chegarem”, explica o comerciante Márcio Patelli.

Além da estrutura, cursos profissionalizantes, de capacitação pessoal para busca de emprego e de ensino da língua portuguesa também serão ministrados aos venezuelanos. “É importante que eles possam se manter e se integrar aqui”, comenta. Tais cursos são periodicamente ministrados gratuitamente para moradores de Campo Grande, assim os integrantes das famílias que serão acolhidas terão oportunidade de receber instrução e se integrarem com a comunidade.

Em Jardim, a primeira família a chegar está temporariamente vivendo na residência de um dos membros da igreja. Casal e o filho de 10 anos estão hospedados desde o dia 29 de dezembro na casa do biólogo Edson Marques.

“Fiquei sabendo do programa de Bem Estar ainda em 2016. Com a crise na Venezuela piorou. Conversei com a minha esposa e decidimos receber uma família”, conta Edson.

Ao chegarem ao Brasil, por Roraima, eles tiram toda a nova documentação, como CPF, cartão do SUS e carteira de trabalho. Famílias venezuelanas membros da igreja são transportados até Boa Vista e ficam alojados em abrigos da congregação.

“A ideia é dar todo o suporte a eles. Estão ficando aqui em casa. Aos poucos estamos ensinando Português, mas nós falamos Espanhol, pois eles não têm base de Português”.

Edson Marques e a esposa Andressa, que hospedam Luís Gilberto, Aryoly Liliana e Luís Eduardo. (Foto: Arquivo pessoal)Edson Marques e a esposa Andressa, que hospedam Luís Gilberto, Aryoly Liliana e Luís Eduardo. (Foto: Arquivo pessoal)

De acordo com Edson, o pai, Luís Gilberto, que já trabalhava com refrigeração na Venezuela, já conseguiu emprego em Jardim e o filho Luis Eduardo já está matriculado para o ano letivo de 2019. “Vários membros da igreja estão ajudando para que eles consigam auto suficiência para tocarem a vida”, pontua.

Ao Campo Grande News, a esposa, Aryoly, disse que se sente privilegiada pela oportunidade. “Brasil me recebeu de maneira impecável. Foram amáveis, me senti integrada com muitas pessoas por sua solidariedade e por sua caridade”, afirma.

Ela e a família esperam ter um futuro no Brasil. “Espero ter a oportunidade de seguir aprendendo, de me formar, de trabalhar para que minha vida tenha qualidade e possa, junto ao meu esposo sustentar a família, poder dar uma educação saudável para meu filho e que ele tenha oportunidades. Esta ajuda significa que estamos sendo vistos a nível mundial, como fomos oprimidos de alguma maneira”, analisa.

A família virá para Campo Grande, depois que uma casa estiver pronta, com móveis e itens necessários. “A casa vai ser alugada, a igreja vai custear por alguns meses, até estarem empregados. Um fundo vai custear alimentação também”, esclarece Márcio, que já tem outras duas casas em vista para alugar.

Segundo Márcio, a primeira casa já recebeu alguns móveis e eletrodomésticos, mas ainda são necessários diversos itens como utensílios domésticos, colchões, lençóis, travesseiros, entre outros. Para ajudar, entre em contato pelo celular 98405-8155 ou pelo WhatsApp 98422-6235.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

fonte:campograndenews

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