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Campo Grande

Marcos Trad um prefeito abaixo da média na saúde pública

Bebês ficam sem proteção contra pneumonia, meningite, otite, poliomielite, caxumba, sarampo e rubéola

02 março 2020 - 14h00Por Plantão de Notícias

Campo Grande ficou abaixo da meta vacinal estabelecida pelo Ministério da Saúde para imunização em três das quatro vacinas obrigatórias na infância, durante o ano de 2019. Crianças ficaram sem receber doses para prevenir de doenças como pneumonia, meningite, otite, poliomielite, caxumba, sarampo e rubéola.

Os dados foram confessados na tarde de sexta-feira, pelo secretário municipal de Saúde, José Mauro, durante audiência pública de prestação de contas, na Câmara de Vereadores da Capital. A Pentavalente, responsável por proteger contra sarampo, caxumba e rubéola, foi a que teve a mais baixa cobertura, 75,08%.

Fato preponderante, senão decisivo, com maior impacto negativo, foi a falta de distribuição desta vacina, no 2° semestre de 2019, visto que Pentavalente adquirida pelo Ministério da Saúde, por intermédio da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) foi reprovada em testes de qualidade feitos pelo INCQS (Instituto Nacional de Controle em SaúdE) e análise da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A situação levou a desabastecimentos pontuais das doses, como foi amplamente noticiado pela reportagem do Campo Grande News. As crianças devem tomar três doses da vacina: aos 2, aos 4 e aos 6 meses de vida.

O temor foi principalmente pelo reaparecimento do sarampo, erradicado do País nos últimos anos. Em 2020, em Mato Grosso do Sul, cinco casos de sarampo são investigados, sendo três na Capital. Em 2019, foram 102 notificação da doença, sendo que dois foram confirmados.

Baixa cobertura vacinal também foi verificada na imunização contra a poliomielite. Da meta de 95%, apenas 84,6% foi cumprida. O esquema vacinal básico a vacina antipólio oral é adotado no Brasil no seguinte esquema: 1ª dose, aos 2 meses; 2ª dose, aos 4 meses; 3ª dose, aos 6 meses; reforço, aos 15 meses.

As doses de Pneumocócica foram aplicadas em apenas 93,49% das crianças que deveriam ser imunizadas, na Capital. A vacina combate a bactéria causadora da pneumonia e deve ser aplicada aos 2 meses de vida, com reforços aos 4 e 12 meses.

José Mauro atribui a baixa procura dos responsáveis e a resistência à imunização do público preconizada ao movimento antivacinas, que cresce em todo o território nacional, podem ter contribuído para os resultados também.

Estratégias - Quanto às estratégias do município, foram adotadas medidas necessárias para a conscientização do público-alvo, sobre a importância da imunização, utilizando-se todos os meios de veiculação de informação (telejornais, rádio, mídia sociais e site oficial do município) além do monitoramento e busca ativa pelas equipes de saúde e agentes comunitários, e a ampliação dos horários de atendimento nas salas de vacina, além do reforço nas campanhas preconizadas pelo MS (ações realizadas pela SVS/CVE/Serviço Imunização), no entanto os resultados ainda permanecem abaixo do pactuados

 

 

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