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Vereador terá de prestar serviço comunitário por acidente que matou manicure

Ayrton de Araújo (PT) ainda terá de pagar R$ 9,9 mil para entidade e teve a habilitação suspensa

23 janeiro 2019 - 09h00

O vereador Ayrton de Araújo (PT) foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul a pagar R$ 9.998,00 para uma entidade social e prestar dois anos de serviço à comunidade, pela morte da manicure Célia Abud Almoreno, em setembro de 2014 após ser atingida por um veículo Celta conduzido pelo parlamentar, na Avenida Nasri Siufi em Campo Grande.

Na decisão o juiz Roberto Ferreira Filho da 1ª Vara Criminal acatou a tese do Ministério Público que acusa o vereador de homicídio culposo (quando não há a intenção de matar). A pena-base mínima fixado pelo magistrado foi de 2 anos de prisão em regime fechado, no entanto, por ser réu primário a pena foi convertida na prestação de serviços voluntários no mesmo período.

Ayrton de Araújo deverá pagar o equivalente a dez salários mínimos para alguma instituição social, além dos custos do processo e teve a habilitação suspensa por dois meses. A decisão cabe recurso, mas a reportagem não conseguiu contato com o vereador até a publicação.

Para a família - Ayrton já havia sido condenado em agosto de 2017 a pagar R$ 300 mil de indenização para a família da manicure. A ação por Neirian Crisley Almoreno Silva, Odete Marcelo Almoreno e Antônio da Silva, respectivamente filha, mãe e marido da vítima, sendo que cada um ficaria com R$ 100 mil de indenização.

Outro pedido dos parentes da vítima é que fosse concedido uma pensão alimentícia até completarem 73 anos, o que foi negado pelo juiz por não haver comprovação de que a Célia tinha renda fixa.

O acidente - A manicure seguia de moto pela Nasri Siufi quando foi atingida pelo carro de Ayrton, que estava com luz apagada e entrou na contramão após realizar uma manobra indevida, conforme consta nos autos do processo.

Ayrton nega que tenha culpa no acidente, indicando que Célia estava com os faróis apagados - contrariando as testemunhas - e que, como ela estava em uma festa familiar antes do acidente, ela teria ingerindo bebida alcoólica no local. Contudo, o juiz rejeitou a alegação, afirmando que não há como comprovar a acusação.

Com informações do Campo Grande News

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