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ECONOMIA

Produtor reduz o rebanho em 50% e duplica a produção de leite

03 fevereiro 2019 - 09h00

Além dos desafios comuns do dia a dia na produção de leite, a família Fagundes, de Terenos – localizada a 30 km de Campo Grande – teve um obstáculo a mais durante em sua trajetória de superação, iniciada com o auxílio da Assistência Técnica e Gerencial do Senar-MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.

Essa é a história que será contada agora pela série “Transformando Vidas” dessa semana, que mostra um case de sucesso dos programas oferecidos pela instituição.

Mesmo após o pai e chefe da produção de leite na propriedade Nossa Senhora Aparecida falecer, os filhos Kléber e Heber Fagundes, junto a mãe Djanira, não desanimaram e deram continuidade ao trabalho. Com auxílio do Senar/MS através da assistência técnica e gerencial, focada principalmente no ajuste do manejo, a produtividade dos animais duplicou.

“No início tudo era muito dificultoso. A sensação é que não tínhamos condições de fazer o nosso trabalho daquele jeito, era muito esforço e pouco resultado, tirávamos pouco leite de muitas vacas. Eram 30 litros com 25 fêmeas. A partir do momento que o Senar veio, a coisa foi mudando e só foi para melhor”, comentou, emocionado, o produtor Kléber Alves Fagundes, de 40 anos.

Após três anos de assistência técnica, a propriedade de 6,5 hectares teve seu rebanho ajustado de 25 para 8 vacas lactantes. Além disso, a produção foi elevada de 30 litros para 70 litros por dia na média. Mesmo após o fim do programa, os produtores deram continuidade ao planejamento deixado pelos técnicos no último dia de visita.

“Aqui, continua a mesma coisa, mesmo um ano após o fim do programa na propriedade. Conseguimos manter o que eles deixaram de planejamento. Subiu muito a produtividade, o preço também conseguimos melhorar. Mil maravilhas! Tanto a parceria, quanto o trabalho deles. Não temos nada do que reclamar, só elogiar”, detalhou.

Conforme o supervisor do programa “Mais Leite”, André Luís, que foi o técnico de campo da família Fagundes, as mudanças no manejo e na nutrição animal foram os principais motivos para a propriedade “decolar” no setor leiteiro.

“Começamos o trabalho aqui na propriedade com 30 a 25 litros, por dia, de produtividade e com muitas vacas. Trabalhamos para diminuir o rebanho e melhorar a qualidade dos animais e da pastagem. Conseguimos implantar o piqueteamento com sistema racionado e inserimos a produção de silagem”, lembra.

A continuidade nos trabalhos, mesmo após o fim do programa, deixa o supervisor com sensação de dever cumprido. “O que nos deixa muito feliz é que depois de um ano do programa encerrado na propriedade eles deram continuidade no planejamento. Ficamos extremamente felizes sabendo que conseguimos fazer a diferença na vida dessas pessoas. O Senar é um divisor de águas”, concluiu.

 

 

 

fonte:oestadoonline

 

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