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OPERAÇÃO 'ATALHOS'

PF apreende R$ 2,4 milhões durante operação em Três Lagoas

Dinheiro foi encontrado na casa de um ex- servidor da prefeitura da gestão passada

30 maio 2019 - 09h15

Durante a operação “Atalhos” deflagrada nesta terça-feira (28) para combater fraudes em licitações na Prefeitura de Três Lagoas envolvendo verbas federais, a Polícia Federal apreendeu mais de R$ 2,4 milhões. O dinheiro estava no quarto da residência de um ex- servidor da prefeitura.

O dinheiro foi levado para uma agência da Caixa Econômica Federal. Segundo o superintendente da PF em Mato Grosso do Sul, Cleo Mazzotti, o dinheiro estava em malas, sacolas e caixas.

As investigações da PF e Controladoria Geral da União (CGU) demonstraram ilegalidades em três procedimentos licitatórios relacionados ao transporte escolar, com recursos federais oriundos do Programa Nacional de Transporte Escolar (PNATE).

Os procedimentos licitatórios e os contratos de prestação de serviços são decorrentes de licitações referentes aos anos de 2015 a 2017. Os processos e contratos públicos sob investigações alcançaram cerca de R$ 12 milhões, sendo que até o momento já foi identificado sobrepreço contratual de aproximadamente R$ 1,6 milhão, em razão dos direcionamentos.

Segundo o delegado, empresas usavam notas de São Paulo para justificar aditivos nos valores de três contratos com a Prefeitura de Três Lagoas. Um dos casos citados é de aditivo no valor de R$ 177 mil, que foi justificado pelo reajuste da gasolina, em 2015.

As investigações, iniciadas no final de 2016, apontaram que houve direcionamento de licitação para determinada empresa, responsável pelo transporte escolar dos alunos da zona rural.

Ao todo, foram cumpridos 21 mandados busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Três Lagoas. Os mandados são cumpridos em Três Lagoas, Campo Grande e Naviraí , e também em municípios do Estado de São Paulo, Luís Antônio e Americana.

Ainda segundo a PF, 13 investigados foram intimados para comparecerem às delegacias da Polícia Federal em MS e SP para prestarem esclarecimentos sobre os fatos investigados.Segundo o delegado, não foi expedido nenhum mandado de prisão.

 

NOME

A operação recebeu o nome de “Atalhos” em alusão a um caminho mais curto, porém igualmente ilegal, entre o objeto da licitação, a prestação de serviços de transporte escolar e as fraudes praticadas pelos investigados para burlar os processos e superfaturar os contratos com a Prefeitura. Participaram da ação, 90 policiais federais


 
 
Com informações, JP NEWS.
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