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INTERIOR

Bloqueio em Porto Murtinho continua e preocupa cônsul e ministério paraguaio

20 fevereiro 2019 - 12h00

 Sem previsão para terminar, os manifestantes esperam que termos da cota zero sejam discutidas e que proibição na quantidade de peixes levados por pescadores amadores seja de forma gradual.

As autoridades paraguaias também estão preocupadas com o bloqueio no Rio Paraguai. Na segunda-feira (18), o consulado geral do Paraguai em Campo Grande teria conversado com o secretário adjunto da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Ricardo Senna e, encaminhou comunicado interno para o Ministério das Relações Exteriores do Paraguai.

No documento, o cônsul cita que conversou com Senna e ficou acertado que o texto final do decreto estaria pronto para ser assinado nesta quarta-feira (20). “Momento em que se espera que a situação mude, terminando o bloqueio”, diz o cônsul. 

“Estão todos dispostos a dar a vida. Estão todos pacíficos, mas estão desesperados. Sabem que se desistir agora, vão acabar com última chance de lutar pela vida digna”, disse empresário de Porto Murtinho ao Midiamax.

No dia 30 de janeiro, um grupo de empresários e pescadores se reuniram com o o secretario Jaime Verruck, da Semagro, para discutir questões sobre a cota zero, projeto que proibirá a pesca amadora nos rios do Estado. Com o decreto os peixes pescados deverão ser todos devolvidos ao rio e não poderá mais ser levados pelos pescadores amadores.

Audiência

A polêmica do decreto motivou uma audiência pública que será discutida nesta quarta-feira (20) na OAB-MS. Foram convidados para discutir o impacto do decreto os órgãos do meio ambiente do Estado, o Governo do Estado, associações de pescadores, empresários de turismo, pesquisadores e juristas.

De acordo com o presidente da comissão, Arlindo Muniz, é preciso maior debate sobre o assunto, pois, as entidades e associações precisam ser ouvidas. A Ordem ainda destaca que, as manifestações somente estão acontecendo porque os pescadores temem os prejuízos que o decreto possa causar.

O evento será às 18 horas no auditório da OAB/MS, que fica na Avenida Mato Grosso, 4700, Bloco A.

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