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Caso Romero: vereador disse estar acompanhado no dia do crime, mas juiz nega absolvição

Primeira audiência foi marcada para fevereiro

24 janeiro 2019 - 14h30

O vereador Eduardo Romero (Rede) acusado de estuprar um menino de 13 anos, em 2017, negou as acusações afirmando que estava acompanhado de uma pessoa, do sexo masculino, no dia em que o menino disse ter sido abusado por ele.

O crime teria acontecido em novembro de 2017, quando a casa do vereador estava passando por reformas e o tio do garoto estava fazendo o serviço de instalação elétrica para Romero. A vítima estava na residência para ajudar o tio.

A defesa do vereador pediu a absolvição total e a rejeição da denúncia do MP-MS (Ministério Público Estadual), mas a Justiça rejeitou os dois pedidos. Em resposta, o juiz teria dito que o fato se tratava de um crime, que deveria ser investigado.

A primeira audiência sobre o caso foi marcada para fevereiro, onde duas testemunhas de defesa serão ouvidas. O vereador já teria sido intimado para a audiência. O caso foi registrado como estupro de vulnerável.

O caso
O abuso teria acontecido no dia 12 de novembro de 2017, mas só descoberto pela família cinco dias depois. À polícia, a mãe do garoto contou que desconfiou depois de notar diferença no comportamento do filho que, entre outras coisas, não queria mais ir à escola, reclamava de dores de cabeça e estava arredio.

Após conversa, o garoto decidiu contar à mãe sobre o caso. Segundo o menino, no dia do crime ele havia ido até a casa do vereador para ajudar um tio que fazia uma reforma no local. Lá, ele ficou responsável por passar fios para o tio que estava na laje da casa.

Momentos depois, Romero teria chegado ao local e, ao perceber que a vítima estava sozinha, o chamou para ir até um dos quartos. Lá, o vereador teria pedido para tocar o garoto, mas teve o pedido negado. Mesmo assim, segundo o menino, Eduardo teria abusado sexualmente dele.

Quando a família do adolescente ficou sabendo do caso, o tio teria procurado o vereador para tirar satisfação. Romero, teria chorado e confessado o crime para os pais, conforme depoimento deles à polícia. Para justificar, o vereador teria dito que estava sob efeito de drogas.

Em nota, o vereador negou o crime classificando a denúncia como ‘falsa e indevida’.

 

A nota

Quanto a acusação que está circulando nas redes sociais e imprensa, esclareço:
Trata-se de uma acusação totalmente falsa e indevida. Estar na política te transforma em inimigo de muita gente, e não medem esforços para prejudicar e tirar de cena.

A justiça está fazendo seu trabalho e em breve teremos as respostas. Confio na Justiça e em Deus, e tenho a consciência tranquila.

Mas deixo o questionamento: como um processo sigiloso torna-se público gerando prejuízos incalculáveis, antes mesmo da decisão da própria Justiça? Absurdo.
Eduardo Romero

 

 

 

 

 

fonte:midiamax

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