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onça macho havia sido resgatada há seis meses na região de Corumbá

A onça macho havia sido resgatada há seis meses na região de Corumbá

02 fevereiro 2019 - 17h00

A onça macho que havia sido resgatada há seis meses na região do Pantanal de Corumbá - a 417 km de Campo Grande- em condições precárias de saúde foi recuperada pela equipe de profissionais do Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) da Capital e levada para Miranda. Segundo o médico veterinário e cirurgião Lucas Cazati, o animal que passou por tratamento intensivo na unidade e ganhou 39 quilos. 


Pronto para ser devolvido à natureza, o animal foi preparado com muita cautela pelas equipes do CRAS e UFMS. O transporte foi feito em uma van, após o felino receber duas doses de tranquilizantes. A sedação foi reforçada também para que houvesse tempo para a realização de exames no hospital da Universidade, antes da viagem para Miranda. 

Com os exames concluídos, já passava de uma hora da manhã de quarta-feira (30) quando "Jatobá" – apelido dado ao animal por conta do local onde foi capturado – foi recebido pela equipe da bióloga Lilian Elaine, coordenadora geral do Onçafari, Projeto de conservação que promove ecoturismo no Pantanal ao mesmo tempo em que habitua onças pintadas com os veículos. O projeto é desenvolvido no Refúgio Ecológico Caiman, uma fazenda de 53 mil hectares do município de Miranda, no Pantanal Sul-mato-grossense.

No refúgio, onde diversos projetos de pesquisa e manejo de espécies recebem apoio, a onça descansou na primeira noite num recinto provisório. Na manhã de quinta-feira, a equipe abriu a pequena porta, dando a ela acesso a um hectare de mata, com arvores e vasta vegetação.

No espaço, que é todo cercado por grades eletrificadas com cinco metros de altura, a onça deve permanecer até sua adaptação alimentar, que começa, segundo explicou Lilian – pós-graduada em manejo de fauna silvestre – com a oferta de animais mortos e gradativamente com animais vivos, começando por pequenas e passando ao final para oferta de grandes presas vivas.

Segundo Lilian, tudo acontecerá no tempo do animal. Conforme ele for evoluindo na captura das presas, o alimento vai sendo substituído até que ele tenha total domínio da atividade da caça e possa ser devolvido definitivamente para a natureza, juntando-se as outras oito que hoje vivem nos mais de 53 mil hectares da propriedade, encantando os turistas de todo o mundo que visitam o Refúgio Caiman. (Com assessoria)

 

 

 


Informações O Estado 

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