Menu
Busca Sb, 07 de dezembro de 2019
(67) 9.9928-2002
Juiz corrupto

Juiz condenado por venda de sentença em MT chama advogada de incompetente em audiência e é xingado de corrupto

01 dezembro 2019 - 12h00Por G1

Caso ocorrido no MT, em 2018

A sociedade não tolera mais a corrupção na magistratura, este é mais  um de milhares de casos que existem em todo Brasil.

 juiz afastado Paulo Martini chamou a advogada Luciana Koslowski Nazzari de incompetente durante uma audiência na Justiça do Trabalho de Sinop, a 503 km de Cuiabá, nesta terça-feira (23). Em seguida, como consta da ata da audiência, a advogada o xingou de corrupto.

Luciana registrou um boletim de ocorrência contra o magistrado, na Polícia Civil.

Ao G1, o magistrado admitiu ter chamado Luciana de incompetente. "Ela está brava porque perdeu uma ação contra mim e depois entrou contra o meu filho. Falei: 'a senhora é incompetente, já perdeu a primeira ação e vai perder a segunda, daí ela deu 'chilique' e me chamou de corrupto'", afirmou.

Luciana disse ter solicitado a saída dele da sala de audiência, pois o processo não é contra ele e porque o magistrado já tinha causado confusão outras vezes.

A audiência em que houve confusão era referente a um processo trabalhista no qual o filho de Martini é réu e que tem Luciana como advogada da outra parte.

Paulo Martini foi condenado em 2016 por venda de sentença.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Deixe seu Comentário

Leia Também

ENERGISA
Energisa é campeã em desrespeito ao consumidor
Caso Daniel
A Justiça e uma coisa e Judiciário é outra coisa
Fronteira violenta
A cabeça foi cortada ao meio e estava com as outras partes do corpo no tambor.
Campo Grande
Para vender áreas públicas Trad vai acertar com vereadores
Campo Grande
Trad e seus vereadores remanejam 240 milhões
Campo Grande
Trad e suas taxas para o povo pagar
Fronteira
"Quero a cabeça de meu filho" disse a mãe desconsolada
Inflação
A carne foi o item que mais subiu o preço
Fronteira
Dois assassinatos nesta sexta na fronteira
Judiciário
O magistrado corrupto é um "câncer" no judiciário