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A entrevista do Lula na base do “levanta que eu chuto”

29 abril 2019 - 17h00

Não consigo ser totalmente contra um presidiário conceder entrevista, ainda mais sendo ele um ex-presidente de dois mandatos. É informação, tem alguma relevância. Mas colocar profissionais que não questionam aspectos importantes e apenas fazem perguntas pré-formuladas, levantando a bola para respostas estudadas e orientadas por outros, com respostas certinhas e abordando apenas um lado das verdades tanto nas perguntas quanto nas respostas, é duro de engolir e desprestigia a profissão.

Mas, afinal veja a lista dos ministros do Supremo Tribunal Federal que bateram o martelo permitindo a tal entrevista para apenas dois órgãos de imprensa, questionados em relação à sua isenção, Folha de São Paulo e El Pais: Lewandowski e Dias Toffoli. Vai dai que…

 

Se é pra não pagar impostos, quero ser Empresário da Fé

E o presidente pediu água para a bancada evangélica. Está numa situação mais difícil que os bispos, pastores, padres e tudo o que implique nos remunerados senhores da fé alheia.

Se o Estado arrecada com impostos, sem a necessidade de prestar serviços à população, menos ainda as igrejas, templos e que tais. Estão isentos de impostos e nada contribuem sobre os dízimos recebidos dos milhões de fiéis. Dinheiro limpo, não declarado.

Fácil é tirar R$ 1 trilhão dos trabalhadores, mas difícil é encarar a oposição da bancada evangélica/católica, longe de ser cristã.

 

Pesquisa indica que 61$ reprovam o transporte coletivo, mas as pesquisas amigas da Capital apontam aprovação de quem administra tudo o que é reprovado. Vai saber...

É brincadeira de mal gosto fazer pesquisa ao lado de fora dos terminais de transbordo ou com aqueles que apenas olham os coletivos quando eles passam, longe do horário de pico.

Ou é má vontade com o governo de Marquinhos Trad que fez o compromisso de campanha de colocar mais ônibus articulados e todos – ou o maior número possível – com ar-condicionado. Maldade dos 61% que reprovam esse serviço.

Essa pesquisa, bem intencionada e, acredito que dentro das normas estatísticas aceitas, mostra uma realidade cruel de desaprovação de 82% da população (entre regular e ruim).

O caso é comparar com as pesquisas de institutos mequetrefes que apontam plena aprovação da atual gestão. Se o transporte, bem como a saúde, a infraestrutura urbana e a educação são reprovadas pela maioria, como o prefeito consegue aprovação?

 

 

Jornalista Dirceu Martins

RACISMO NÃO!

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