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Operação Omertà

Gaeco e policias especializadas, juntamente com Gaeco da Paraíba cumprem 18 mandados judiciais.

Terçeira fase da Operação Omertà

18 junho 2020 - 10h20Por Jota Pe

O GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e o Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestro), com o apoio do Batalhão de Choque e do BOPE da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul e do GAECO do Estado da Paraíba, deflagraram, nesta manhã (17/3), a fase II da operação Omertá para o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da 7ª Vara Criminal de Campo Grande, com o objetivo de desarticular plano de atentado contra a vida de agentes públicos do Estado de Mato Grosso do Sul.

As investigações tiveram início no final do mês de fevereiro, quando o Depen (Departamento Penitenciário Nacional) comunicou ao GAECO a apreensão de um pedaço de papel higiênico no interior de uma cela do Presídio Federal de Mossoró, no qual continham várias anotações feitas por um interno a respeito da operação Omertá I, dentre elas a descrição de plano de atentado contra autoridades de Mato Grosso do Sul, sendo um Promotor de Justiça do GAECO e um Delegado de Polícia Civil do Garras.

No Presídio Federal de Mossoró estão custodiados Jamil Name e Jamil Name Filho, denunciados pelo GAECO como líderes de organização criminosa e milícia armada atuantes no MS. Ainda, segundo anotações constantes no pedaço de papel higiênico apreendido pelo Depen, dois advogados, um com escritório neste Estado e outro residente no Estado da Paraíba, seriam os responsáveis por comunicar pessoalmente a ordem de atentado às pessoas identificadas nas anotações pelos nomes de “Cintia” e “Jerson”.

O Depen comunicou ainda ao GAECO que a cela onde o papel higiênico foi apreendido localiza-se entre as celas ocupadas por Jamil Name e Jamil Name Filho, na ala destinada a presos reclusos em RDD (Regime Disciplinar Diferenciado).

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Campo Grande, Sidrolândia, Aquidauana, Rio Verde e Rio Negro, no Estado de Mato Grosso do Sul, bem como na cidade de João Pessoa, no Estado da Paraíba.

Até o momento, já foram apreendidos em poder dos investigados 5 espingardas, 5 revólveres, 160 munições de diversos calibres, além de uma moto com sinal identificador adulterado.

Texto: GAECO/MS – editado por Ana Paula Leite/jornalista Assecom MPMS

Fonte: Ministério Público do Mato Grosso do Sul

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