Menu
Busca Sáb, 31 de outubro de 2020
(67) 9.9928-2002
Fronteira

Foram presos contrabandistas, entre eles um dos policiais da Operação Omertà.

O perigoso submundo dos crimes da fronteira e seus braços armados, foram desmantelados pelo DEFRON.

23 setembro 2020 - 08h00Por Plantão de polícia

Segundo o site Midiamax, o policial civil Rafael Grandini Salles, 36, flagrado com cocaína durante a Operação Omertà voltou a ser preso novamente nesta terça-feira (22), desta vez por contrabando. A Operação Omertà foi deflagrada em 27 de setembro do ano passado e levou para a prisão 21 pessoas, entre elas o empresário Jamil Name e Jamil Name Filho.

Na época, o escrivão que trabalhava em Ponta Porã, foi preso em uma casa em Terenos, por tráfico de drogas. Já nesta terça, Rafael foi flagrado por policiais do Defron (Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira) com produtos contrabandeados em um veículo Fiat Strada na MS-164, no Trevo do Corpo Sujo em Ponta Porã, cidade a 299 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com a polícia, o veículo era dirigido por um homem de 24 anos e Rafael estava como passageiro. Durante vistoria no veículo, foram localizados no compartimento de caçamba e interior do veículo atrás dos bancos, diversos produtos encaixotados, dentre eles cigarros, dispositivo de cigarro eletrônico, e essências para cigarros eletrônicos e narguilé.

Ainda segundo a polícia, com o veículo foram abordados outros veículos também com produtos de descaminho. Todos foram conduzidos a sede do Defron em Dourados, onde foi contado os produtos contrabandeados e feito contato com a delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã.

Omertà

Os policiais civis foram presos em 27 de setembro do ano passado, durante a Operação Omertà. A operação cumpriu mandados de prisão preventiva, temporária e mandados de busca e apreensão em Campo Grande e Bonito.

Além dos policiais também foram presos guardas municipais, policial federal e um militar do Exército, suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de milícia armada, porte ilegal de armas de fogo de uso restrito, homicídio, corrupção ativa e passiva, entre outros crimes.

As investigações do Gaeco tiveram início em abril deste ano, com o objetivo de apoiar as investigações dos homicídios de Ilson Martins Figueiredo, Orlando da Silva Fernandes e Matheus Coutinho Xavier, conduzidas pelo Garras.

Os membros da organização criminosa tidos como líderes e gerentes atualmente estão detidos no Presídio Federal de Mossoró (RN). São eles Jamil Name, Jamil Name Filho, o policial civil Marcio Cavalcanti da Silva, o ‘Corno’ e o policial civil aposentado Vladenilson Daniel Olmedo, o ‘Vlade’.

 
Fonte: Midiamax
news

Deixe seu Comentário

Leia Também

Brasil e Mundo
Turquia busca sobreviventes após terremoto deixar 25 mortos no país
Brasil
Caixa libera hoje saque do FGTS para nascidos em setembro e outubro
Brasil
Feriado do dia 2 aumenta em 40% movimentação nos aeroportos
Geral
INSS inicia pagamento de diferenças do auxílio Segundo o órgão, 497 mil segurados estão aptos a receber os valores
Saúde
Brasil registra 508 novas mortes por Covid-19 e total de óbitos vai a 159.477
Brasil
Contas públicas têm déficit de R$ 64,5 bilhões em setembro, diz BC
Judiciário
Justiça do RJ condena desembargadora a pagar indenização por calúnia contra Marielle
Brasil e Mundo
Congresso da Bolívia aprova recomendação de processo contra presidente Jeanine Ánez
Brasil
Mourão aposta que governo comprará vacina chinesa: “Lógico que vai”
Internacional
Milhares de muçulmanos protestam contra comentários de Macron