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Tiroteio na fronteirai entre Brasil e Paraguai

"O poder público de ambos os países não conseguem manter a paz e a ordem pública," disse um comerciante indignado.

22 setembro 2020 - 09h00Por Agostinho C. E. U. Otávio

Um confronto entre policias e bandidos ocorrido no final da tarde desta segunda-feira, dia 21 de setembro, na rodovia MS-289, entre as cidades de Coronel Sapucaia e Amambai, deixou o saldo de três pessoas mortas.

Segundo as primeiras informações uma equipe do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) fazia policiamento ostensivo na região, quando deu ordem de parada para um veículo que trafegava com três ocupantes a bordo.

O motorista do veículo que seria produto de furto não obedeceu a ordem de parada e logo a frente os ocupantes abandonaram o veículo e tentaram fugir por uma mata existente às margens da rodovia, mas os policiais iniciaram perseguição, momento que os fugitivos passaram a atirar contra os militares que revidaram acabando por matar os três marginais.  

Paraguai vive com medo do tal EPP, organização criminosa que domina a fronteira, mesmo com milhares de soldados ocupando a região.

No entanto, muitos crimes continuam sem identificação dos matadores materiais e morais, ou organização criminosas que conseguem atemorizar e obter fortunas, queimar tratores, traficar drogas, roubar carros, incendiar casas e, o cúmulo, estão cobrando imposto revolucionário dos produtores e habitantes da região, ao modus operando das milícias brasileiras.

No último embate os militares paraguaios fortemente armados mataram duas meninas de 11 anos, o que causou revolta da população no Paraguai.

Assassinatos em plena via pública, de dia ou a noite, de comerciantes, profissionais liberais, idosos, jovens, mulheres, até de crianças acontecem na fronteira.

Um grupo de pessoas formaram uma organização criminosa que se auto proclama como EPP (Exército do Povo Paraguaio) que rouba, sequestra, assassina e atualmente mantém um policial e um ex-vice-presidente sequestrados.

A situação é tão tensa na fronteira que ninguém se atreve a investir seus recursos na região da fronteira do Brasil com Paraguai.

EPP mata agricultor brasileiro e ateia fogo em tudo.Veiculos incendiados pelo EPP

Há informações de que a organização criminosa EPP tem reclutado jovens indígenas, foragidos de presídios entre outros indivíduos, portando armas longas e até de guerra, para eventual enfrentamento com as Forças Taticas paraguaias que enviou mais mil soldados, tanques de guerra, helicópteros e armas.

O refém da Organização Criminosa se chama Oscar Denis, político, pecuarista e muito querido pela população da cidade de Concepcion, Paraguay.

As três filhas do político secuestrado já entregaram dois milhões de dólares em cestas básicas à 40 aldeias e distritos da região norte do Paraguai. Mesmo assim há mais de duas não há informação do refém que é pessoa idosa e doente que precisa de remédios de uso continuo.

Colaborou:  Tatú Né y

Fonte: ABC, Douradosnews e Ponta Porã informa

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