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Assembleia Legislativa

Governador de MG será alvo de processo de impeachment

26 abril 2018 - 15h35Por Redação Notícias VIP
O governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT) será alvo de um processo de impeachment na Assembleia Legislativa do estado. O presidente da ALMG, deputado estadual Adalclever Lopes (MDB), aceitou um pedido formulado pelo advogado Mariel Marra e determinou a formação de uma comissão especial para analisar o caso.

A acusação contra o petista é de crime de responsabilidade em virtude do atraso nos salários dos servidores públicos estaduais de Minas Gerais. A abertura do processo é mais um sinal de afastamento entre o MDB, que tem o vice-governador Antonio Andrade, e o PT. Antes aliados, os partidos vivem um afastamento nas últimas semanas.

Em entrevista coletiva, o líder do governo, deputado estadual Durval Ângelo (PT), falou em nome do governador. Durval afirmou que decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) dão proteção jurídica à atuação do governo, que gastou menos no pagamento de servidores do que os valores empenhados (reservados) para essas despesas.

O parlamentar disse ser "impossível" no atual cenário da Assembleia " que tem, segundo ele, maioria governista" que Fernando Pimentel seja cassado. Ele negou que tenha havido um rompimento entre o governador e o deputado Adalclever Lopes, mas que é preciso uma "reaproximação" entre as duas partes.

Durval Ângelo disse que a base do governo recebeu "com surpresa" a decisão, uma vez que, entre os três poderes, Pimentel teria priorizado o "bom relacionamento" e evitado que servidores do Legislativo e do Judiciário sofressem com atrasos, concentrando o déficit no Executivo. "É bom deixar claro que o governador tem priorizado o bom relacionamento. Vemos com surpresa porque não havia motivo para a Assembleia ter aceito o pedido de impeachment". "A peça é claramente eleitoral, não tem consistência nenhuma".

Razões

O líder do governo elencou três razões que, na visão dele, agravaram a situação entre o governo e o presidente da ALMG: a pré-candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) ao Senado em Minas; o atraso dos repasses para o Legislativo em março; e o vazamento de que o governador cogita indicar um secretário para uma vaga aberta no Tribunal de Contas do Estado (TCE) de Minas Gerais.

"Deus está na imensidão, mas o demônio está nos detalhes", afirmou, parafraseando o escritor Guimarães Rosa.
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