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Política

Odilon desmente fake news do Correio do Estado que ataca DATAmax

Por Carol Assis
O jornal Correio do Estado divulgou fake news dizendo que o pré-candidato ao governo Odilon de Oliveira (PDT) teria se referido à pesquisa DATAmax. O pedetista sequer concedeu entrevista àquele jornal sobre o assunto, segundo nota oficial da assessoria de Odilon que restabelece a verdade.

 O  Correio do Estado publicou no sábado dia 14, como se fosse uma notícia, um texto dizendo que Odilon teria desmentido a pesquisa DATAmax, em que lidera nas intenções de voto estimuladas ao Governo do Estado. Em nenhum momento ele fez qualquer referência à pesquisa divulgada esta semana pelo portal Midiamax, na qual aparece liderando a disputa pelo governo de MS, nem se referiu ao Midiamax quando fez o comentário no Facebook?, esclarece a nota de Odilon.

A assessoria enfatiza que os boatos espalhados sobre a suposta mudança de disputa do pré-candidato ao Governo do Estado ao Senado nunca foram divulgadas pelo Midiamax, mas sim por outros veículos.

Após mentir sobre a declaração de Odilon de Oliveira, a fake news do Correio do Estado reúne também ataques contra o instituto de pesquisas DATAmax e o Jornal Midiamax, que divulga as pesquisas realizadas pelo Instituto.

Segundo a diretoria do Jornal Midiamax, o Departamento Jurídico já encaminha as medidas judiciais cabíveis diante das mentiras divulgadas pelo Correio do Estado. O Instituto DATAmax também acionará a justiça, já que foi indevidamente acusado na fake news e sequer foi ouvido pelo Correio do Estado, como mandam as boas práticas jornalísticas. Todo material divulgado referente às pesquisas do DATAmax pelo Midiamax atendem plenamente a legislação.

Fake News
As notícias falsas, mundialmente conhecidas como fake news, são por definição um tipo de imprensa marrom que consiste na distribuição deliberada de desinformação ou boatos via jornal impresso, televisão, rádio, ou ainda online, como nas mídias sociais. As notícias falsas são escritas e publicadas com a intenção de enganar, a fim de obter ganhos financeiros ou políticos, muitas vezes com manchetes sensacionalistas, exageradas ou evidentemente falsas para chamar a atenção, de acordo com definição da Wikipédia.

O movimento surgiu nos anos 90, mas foi o acesso às redes sociais e na movimentada campanha norte-americana de 2016, que elegeu o presidente Donald Trump, em que se popularizou a prática de distribuição de conteúdo falso na internet, como a de que Hillary Clinton teria guardado cédulas de voto fraudulentas em galpões.

Confira a nota na íntegra:
Em relação a matéria com o título Odilon desmente pesquisa e diz que espalham boatos na mídia, veiculada pelo portal Correio do Estado, a Assessoria de Imprensa do pré-candidato Juiz Odilon esclarece o seguinte:

1 - No sábado dia 14 de abril, o Juiz Odilon publicou em sua página no Facebook o seguinte comentário:

Vamos em frente, com Deus nos guiando. Andam espalhando boatos de que eu estaria trocando o governo do Estado pelo senado. São notícias falsas, criadas por quem vê na minha vitória uma certeza do fim da corrupção e de outros esquemas criminosos com o dinheiro do povo. Estou firme como pré-candidato a governador. Nunca fui de desistir de nada, mesmo enfrentando situações de alto risco. É dever a defesa do povo e do Brasil. Fraternal abraço do juiz Odilon.

2 - Em nenhum momento ele fez qualquer referência à pesquisa divulgada esta semana pelo portal Midiamax, na qual aparece liderando a disputa pelo governo de MS, nem se referiu ao Midiamax quando fez o comentário no Facebook.

3 - Ressalte-se também que o pré-candidato não concedeu entrevista ao Correio do Estado para falar do assunto.

4 - Portanto, as afirmações feitas na matéria são de exclusiva responsabilidade do Correio do Estado.

Campo Grande, 14 de abril de 2018

Assessoria de Imprensa do Juiz Odilon.
violência contra a mulher

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