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Com 16 mil testes de covid-19 na fila, SP terá mutirão de análise

02 abril 2020 - 18h08Por Plantão de Noticias

Com uma fila de mais de 16 mil exames de covid-19 sem resultado, São Paulo terá um mutirão envolvendo laboratórios públicos e privados para acelerar o processamento das amostras, anunciou nesta quinta-feira (2) o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, que coordenará os trabalhos.

"Esperamos zerar essa fila de testes o mais rapidamente possível", afirmou Covas, ressaltando que o temo ideal para que o resultado de um exame saia não pode ser superior a 48 horas.

 

"Não podemos ter exames represados, porque eles refletem em tempo real a evolução da epidemia. Esta é a meta: automatização com saída direta dos resultados para o sistema."

 

O governo está adquirindo equipamentos e kits de teste RT-PCR, que analisam o genoma do vírus, para conseguir suprir a demanda em todo o estado.

"Qual é o maior gargalo hoje? São os insumos. Existe uma falta de reagente no mercado internacional. A Secretaria [de Estado da Saúde] tem compras em andamento, mas as companhias não conseguem entregar."

Ele anunciou que o Instituto Butantan conseguiu fazer uma compra internacional, da Coreia do Sul, de 1,3 milhão de kits RT-PCR, com previsão de chegada ao Brasil em até duas semanas.

"É importante dizer que com esse quantitativo de testes, não vai faltar testes para ninguém para o monitoramento desta epidemia. Isso eu posso garantir."

Ele também fez uma ponderação aos testes rápidos que têm sido apresentados por diversas empresas brasileiras.

"Temos um problema com a qualidade desses testes rápidos. Muitos não têm sensibilidade suficiente para ajudar", afirmou, ao dizer que é preciso "distinguir o que é útil e o que não é neste momento".

O governo federal tem apostado nos testes rápidos, em que não é necessário o transporte da amostra coletada até um laboratório, mas ainda de maneira experimental.

Diferente do RT-PCR, que é conclusivo no diagnóstico de covid-19, os testes rápidos podem dar o que se chama de falso negativo, em que a pessoa está infectada, mas o exame não detecta.

Com informações R7

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