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Saúde

Cuidem daqueles que sofrem de Depressão, talvez morram tanto quanto os infectados pelo COVID-19

30 março 2020 - 19h00Por Plantão das notícias

Está estabelecido que pessoas com comorbidades (associação de duas ou de várias doenças que aparecem de modo simultâneo num mesmo paciente: hipertensão, diabetes e obesidade são comorbidades, e tantas outras), estarão mais susceptíveis ao Novo Coronavírus. A questão que não está sendo debatida publicamente é em relação à Ansiedade e Depressão.

Não importa se a pessoa esteja, ou não, com o Coronavírus, importa que uma pessoa em estado de ansiedade/depressão consiga conviver com a imersão em sem próprio mundo.

Baixa autoestima, baixa imunidade.

A mídia tem se preocupado em dissecar o estado físico/químico da população, apenas em seus aspectos de resistência ou imunodeficiência das pessoas afetadas, sem no entanto valorar as reações químico psicológicas de uma parcela significativa da população.

Quantos, enfim, farão mais graves os efeitos do COVID-19 por sintomatologia? Quantos ansiosos/depressivos terão queda da imunidade pelo fato de estarem constritos em isolamento social.

Não seria o momento de o sistema de saúde cuidar desse aspecto? Acredito que os profissionais de saúde mental não se rogariam a tratar esse aspecto. Hoje, são poucos dias de confinamento. Hoje são momentos de sentir aquele vazio, aquela “coisa” de desistir da vida. Mas por quanto tempo os ansiosos/depressivos resistirão?

E o sentimento de impotência que os acompanha? Aqueles momentos de pensar que nada podemos fazer por nós, mas também pelos idosos e pessoas com comorbidades aos quais temos que acompanhar?

Uma pandemia não é única; não apenas uma doença objetiva, mas todo um contexto. Quantas doenças irão desenvolver nossos próximos que são afetados por essa enfermidade?

Tristeza profunda, pensamentos negativos, baixa autoestima, culpa, estresse e alterações no sono são sinais de uma doença silenciosa e que merece ser encarada com mais atenção pela sociedade.

Trata-se de um distúrbio afetivo manifestado por sintomas emocionais e físicos. Há presença de apatia, pessimismo e baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. Interferem na habilidade do indivíduo não só para trabalhar, bem como para estudar, comer, dormir e apreciar atividades agradáveis.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas do mundo sofrem com depressão. Consiste, assim, em 5% da população mundial.

Quais são os tratamentos?

Ser sociável

• Buscar fazer e manter amizades; • Procurar atividades prazerosas fora do ambiente de trabalho; • Manter uma rede social ativa; • Reservar momentos para o lazer.

Em tempos de C OVIDS-19, o que isso implica?

(Fonte: médica psiquiatra pela Santa Casa de São Paulo e consultora da Libbs Farmacêutica, Dra. Giuliana Cividanes)

Estamos esquecendo de analisar esse aspecto da doença, ou da soma de doenças.

Vamos discutir isso?

 

Fonte: Jornalista Dirceu Martins

Com Ideal News.

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